A Resolução CFM 2.454/2026 estabelece que sistemas de IA podem apoiar decisões clínicas, mas a responsabilidade final permanece com o médico. Entenda os requisitos de transparência, explicabilidade e auditoria que toda plataforma de saúde deve cumprir.
Este artigo foi elaborado pela Equipe Vivax HealthTech com base em fontes regulatórias oficiais (CFM, ANVISA, ANPD, Ministério da Saúde) e literatura científica indexada. Não constitui aconselhamento jurídico ou médico.
A Resolução CFM 2.454/2026 representa o marco regulatório mais importante para a inteligência artificial na medicina brasileira. Publicada em janeiro de 2026, ela consolida os princípios que devem nortear o uso de sistemas de IA no cuidado à saúde.
O texto normativo estabelece cinco pilares inegociáveis para qualquer sistema de IA clínica:
A plataforma Vivax foi arquitetada com esses princípios desde o início. O módulo VIVA Clinical DSS exibe, para cada recomendação, o conjunto de variáveis que influenciaram a sugestão (explicabilidade). O Módulo de Consentimento Inteligente (MCI) registra o consentimento do paciente antes de qualquer uso de IA no cuidado. E o DNA-CryptX v2.0 garante a integridade dos logs de auditoria com criptografia baseada em sequências de DNA.
Hospitais e operadoras que já utilizam ou planejam utilizar IA clínica devem, até dezembro de 2026: (1) mapear todos os sistemas de IA em uso; (2) verificar se cada sistema possui mecanismo de explicabilidade; (3) implementar protocolo de consentimento; (4) designar responsável técnico pelo monitoramento dos sistemas.