O gêmeo digital do paciente integra dados de wearables, prontuário eletrônico e biomarcadores para criar uma representação dinâmica do estado de saúde. Saiba como essa tecnologia está sendo aplicada na gestão de crônicos e prevenção.
Este artigo foi elaborado pela Equipe Vivax HealthTech com base em fontes regulatórias oficiais (CFM, ANVISA, ANPD, Ministério da Saúde) e literatura científica indexada. Não constitui aconselhamento jurídico ou médico.
O conceito de Digital Twin — gêmeo digital — surgiu na engenharia industrial para monitorar em tempo real o estado de máquinas complexas. Na saúde, o mesmo princípio é aplicado ao paciente: uma representação computacional dinâmica que integra dados clínicos, laboratoriais, de wearables e de comportamento para simular o estado de saúde e prever riscos.
A implementação de Digital Twin enfrenta três obstáculos principais: (1) interoperabilidade entre sistemas de saúde heterogêneos; (2) qualidade e completude dos dados de entrada; (3) explicabilidade dos modelos preditivos para o clínico.
A plataforma Vivax aborda esses desafios com integração FHIR R4 nativa, módulo de qualidade de dados com alertas de completude, e VIVA Clinical DSS com explicabilidade por variável.